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Em evento, defensora pública aponta principais dificuldades e necessidades de inclusão social

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Dificuldade para se locomover nas ruas, para fazer compras, para usar o transporte público e, até mesmo, o preconceito. O ‘Estatuto da Pessoa com Deficiência’ norteou o debate feito pela defensora pública Flávia Albaine durante o 1º Debate sobre Diferenças e Inclusão Social da Defensoria Pública da União (DPU) do Rio de Janeiro. Em alusão à ideologia da ação, as atividades foram acompanhadas e traduzidas por intérpretes de libras da Central de Libras de Niterói, disponibilizados pela Coordenadoria de Acessibilidade de Niterói.

Mediante ao exposto, realizado no último mês, Flávia Albaine foi elogiada pelo Defensor Público-Geral federal, Carlos Eduardo Barbosa Paz, que, na oportunidade, também parabenizou o profícuo trabalho desempenhado na gestão do Defensor Público-Geral estadual, Marcus Edson de Lima, frente aos trabalhos desenvolvidos pela Defensoria Pública de Rondônia.

Ao agradecer o convite para o debate, a defensora pública reconheceu a importância da iniciativa e explicou a real necessidade das pessoas com deficiência. Segundo Flávia, a maior dificuldade da sociedade é o pleno conhecimento acerca da legislação, o que dificulta que ela seja posta em prática.

“Milhões de pessoas ainda buscam a plena inclusão na sociedade, por isso é primordial fomentar essa discussão de modo que a Defensoria Pública, devido ao seu poder de atuação e articulação, consiga ampliar a promoção da acessibilidade necessária a essas pessoas, lhes garantindo os devidos direitos constituídos”, concluiu.


Joomlart