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Quem faz o Defensoria sem Fronteiras - Parte 4

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“Atuar na área criminal é colocar em prática a real finalidade da Defensoria Pública, que é prestar assistência às pessoas mais necessitadas”. Esta declaração é do Defensor Público do Rio Grande do Sul, André Castanho Girotto, Coordenador-Geral do programa Defensoria sem Fronteiras em Porto Velho, que há 16 anos atua na área de execução penal.

Com mais três Defensores Públicos, André Girotto forma equipe de profissionais que veio do Estado do Rio Grande do Sul para participar da força-tarefa na execução penal de Porto Velho. “É minha sétima atuação em forças-tarefas de Defensoria Pública. Como Coordenador-Geral atuei no Maranhão (presídio de Pedrinhas), Rio Grande do Norte (presídio de Alcaçuz), em Roraima (presídio Monte Cristo) e em Santa Catarina. Como Coordenador-Adjunto atuei no Amazonas”, explica.

Segundo André Girotto, o Defensoria sem Fronteiras vem evoluindo ao longo dos anos, devido às mais variadas situações encontradas pela equipe do Força-Tarefa “Cada Estado tem a sua peculiaridade, e isso fez a equipe ficar preparada e organizada para enfrentar as mais variadas situações.

Para ele, todo esse processo, aliado à realidade e conjuntura em que se encontra a Defensoria Pública de Rondônia hoje, fez a realização do programa em Porto Velho se destacar das outras já realizadas. “Hoje, conseguimos implementar, aqui no Estado de Rondônia, um nível organizacional que nos dá muita tranquilidade par o trabalho. Se chegou em Rondônia na execução mais organizada, mais madura, na organização de projeto mais amadurecida”, finaliza.

E os outros membros do Rio Grande do Sul?

“O que importa não é apenas a nossa análise dos processos, mas também a vinda para o Defensoria sem Fronteiras, a motivação, a repercussão que isso dá, pois incita a todos os atores públicos a olharem com outros olhos para a execução penal. A pessoa presa, muitas vezes, é esquecida nas penitenciárias, porque ela não está todos os dias batendo na nossa porta, nós que temos que ir até ela. ” – José Patrício dos Santos Teixera, Defensor Público há 14 anos no Rio Grande do Sul.


“Ser Defensora Pública para mim é uma realização pessoal, é dar voz a quem mais necessita. Este é o meu quarto Defensoria sem Fronteiras. De uma maneira geral, o Defensoria sem Fronteiras é um programa bem estruturado que dá certo” – Juliana Jobim do Amaral, Defensora Pública há 5 anos e meio no Rio Grande do Sul

“Defensoria Pública é uma escolha de vida, uma vocação. Já o Defensoria sem Fronteiras é uma chance de estender a mão e ajudar os colegas de outros Estado, mas principalmente de se preocupar com os assistidos e tentar melhorar a vida das pessoas que dependem da gente”, Renal Angeli – Defensor Público há quase 5 anos e meio no Rio Grande do Sul.

Joomlart