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Quem faz o Defensoria sem Fronteiras – Parte 5

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O Defensoria sem Fronteiras em Porto Velho está chegando ao fim. Mas ainda dá tempo de a gente apresentar mais três Defensores Públicos que participaram da ação. Já passamos por diversas regiões deste país, acompanhando Defensores Públicos do Nordeste, Norte, Centro Oeste e Sul, e dessa vez, escolhemos um pessoal muito sorridente lá do Sudeste, mais especificamente do Rio de Janeiro.

Trabalhar sorrindo pode?

Foi entremeio a risos e sorrisos, que as Defensoras Públicas Jackeline Antunes de Figueiredo Barbosa e Alessandra Mônica Rodrigues Monteiro deram seus depoimentos à equipe de Comunicação da DPE-RO durante o Defensoria sem Fronteiras. Trabalhando lado a lado, era evidente o o sincronismo e a cumplicidade entre as duas, características evidentes também em suas trajetórias profissionais.

“Somos Defensoras Públicas do Estado do Rio de Janeiro há 17 anos”, afirma Alessandra Monteiro. “Entramos no mesmo concurso, tomamos posse juntas em 2001, e atuamos no Núcleo Penitenciário da DPE-RJ, além disso, estagiamos durante o mesmo período na Defensoria Pública do Estado”, conta.

Ao lado delas, estava Ricardo de Mattos Pereira Filho, que trabalha há 2 anos como Defensor Público do Rio de Janeiro. “Durante o curso de Direito, comecei a estagiar na Defensoria. Foi uma paixão à primeira vista. Naquele momento, eu já tinha certeza sobre o que queria fazer, e era estudar até passar no concurso para Defensor Público”, afirma.

E o Defensoria sem Fronteiras?

Além de terem o estágio na Defensoria Pública como fator decisivo em suas vidas, outro elo liga os três Defensores Públicos do Rio de Janeiro: o fato de estarem participando pela primeira vez do programa Defensoria sem Fronteiras.

“Estou muito impactada, muito feliz de estar participando desse projeto importantíssimo, pois este tipo de ação garante o direito destas pessoas que são as mais vulnerabilizadas, dentro de todos vulneráveis. Seria extremamente importante que o projeto fosse levado ao Rio de Janeiro, pois somos apenas 36 Defensores Públicos da execução penal para atender uma população de 52 mil custodiados”, afirma Jackeline de Figueiredo

“Para mim, o Defensoria sem Fronteiras tem sido um processo de renovação de esperanças, pois como a Jackeline falou a realidade penitenciária do Rio de Janeiro é muito caótica. Essa sensação de poder trocar ideias com pessoas de outras realidades e ainda fazer um trabalho importante para quem necessita é maravilhosa”, comenta Alessandra Monteiro.

“O Defensoria sem Fronteiras tem uma importância extrema, pois você consegue efetivamente perceber a realidade do sistema penitenciário brasileiro, e extinguir todas a ilegalidades que a gente vê diariamente e ao mesmo tempo desafogar o sistema, evitando uma ofensa à dignidade das pessoas presas, bem como possíveis rebeliões nos presídios”, afirma Ricardo de Mattos.

Joomlart