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Defensoria de Rondônia é elogiada por participantes do IV Concurso para Defensor Público

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Sacrifícios, investimentos, muito estudo, dedicação e perseverança são as características mais vistas nos participantes do IV Concurso para provimento de cargos de Defensor Público substituto da Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) que, a partir de milhares de inscrições, segue agora para a sua fase final – prova oral.

O Defensor Público-Geral, Marcus Edson de Lima, relembrou o alto índice de procura pela carreira por pessoas de todo país, o que demonstra a credibilidade da DPE-RO no cenário nacional. Mencionou ainda a luta para que sejam chamados mais Defensores Públicos do que o previsto, tendo em vista a gigantesca demanda no Estado, porém, observou que isso ainda é um anseio da Administração Superior, que com muita luta poderá ser alcançado.

Para o Defensor Público e Secretário da Comissão do Concurso, Victor Hugo de Souza Lima, o certame é muito importante, pois o preenchimento de vagas em algumas comarcas fortalecerá a atuação da Defensoria Pública em Rondônia.

“Esperamos conseguir selecionar os melhores candidatos, com o melhor perfil para atuar na Defensoria Pública. Queremos pessoas com o fim voltado à função da Defensoria, a de defender os hipossuficientes, nossos assistidos, em todas as demandas em que a gente atua. E acredito que isso vem sendo alcançado até o momento, pois a organização e aplicação das provas vêm sendo feitas de forma muito correta e adequada pela Vunesp”, comenta Victor Hugo.

Da perspectiva da banca organizadora, representada pela técnica em avaliação educacional da Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista (Vunesp), Sumaia Chahine, a legalidade do processo e o atendimento correto ao candidato são as principais diretrizes da instituição. “Somos uma equipe com cerca de trinta e dois colaboradores para a infraestrutura e onze pessoas atuando nas bancas. Tivemos um treinamento prévio para que tudo ocorresse nas datas previstas e acordadas com a Defensoria”, salienta.

Alcindo Neto afirma estar confiante.

A Assessoria de Comunicação da DPE-RO conversou com alguns candidatos que revelaram brilhantes trajetórias. Com certeza, histórias que estimulam a participação de novas pessoas nos concursos da instituição.

Histórias de determinação

Com 28 anos, formado em Direito desde 2015, Alcindo Pereira Neto, veio de Ponta Porã, município do Mato Grosso do Sul, para fazer o concurso em Rondônia. Estuda há pouco mais de três anos, sempre voltado ao cargo de Defensor Público. Este é o 5º concurso que Alcindo presta para a entidade, e assegura: está confiante, com a sensação de dever cumprido por ter dado seu melhor na prova oral.

“Ser Defensor é ser um agente transformador, capaz de ajudar as pessoas e reduzir a desigualdade social, e, a Defensoria Pública do Estado de Rondônia é uma das mais estruturadas do Brasil, está em uma crescente expansão, logo, vi uma oportunidade de poder ingressar na instituição para poder fazer parte e ajudar nesse crescimento”, aclama.

Jamile Breviglieri veio de Ariquemes/RO para concorrer à vaga.Natural do Estado de Rondônia, a candidata Jamile Condi Breviglieri, formada em Direito pela Fundação Universidade Federal de Rondônia (Unir Campus Cacoal) em 2010, conta que, apesar de ser sua primeira vez em concurso para a Defensoria, carrega uma bagagem de conhecimento por já atuar na área judiciária, aliado a mais de dois anos de estudo específico, o que espera somar no seu desempenho da prova oral.

“Acompanho diariamente o trabalho dos Defensores Públicos e vejo que é uma Defensoria muito jovem, aguerrida, que trabalha com muita força de vontade em defesa dos assistidos, o que faz com que tenhamos uma visão positiva da instituição. A DPE-RO vem crescendo de tal maneira que, por todos os lugares do país que já fiz concursos, é bem comentada, tanto por estrutura quanto pelo corpo que a compõe. Gostaria muito de fazer parte disso, contribuir para fazer a diferença!”, enfatiza.

O maior sonho de Eduardo Borges é ser Defensor Público.Para o carioca Eduardo Guimarães Borges, esta etapa do concurso é muito importante, pois é o único obstáculo que resta a ser enfrentado para a conquista do seu maior sonho: ser Defensor Público. Eduardo já compõe o quadro da Defensoria Pública do Rio de Janeiro como técnico judiciário, mas assegura não desistir do seu sonho. “Me formei em 2010, na Unifoz (Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu). E este é meu oitavo concurso para Defensor Público, mas nunca vou desistir, sei que vou alcançar meu sonho de ser um agente transformador na sociedade”, fala com emoção.

Fase final

Nessa fase, são 88 candidatos que passam por três etapas: avaliação psicológica, prova de títulos e prova oral, todas a serem realizadas nas dependências das Faculdades Integradas Aparício de Carvalho (Fimca). Os participantes concorrem em 5 vagas para o cargo de Defensor Público substituto.

A Defensoria Pública de Rondônia deseja uma boa prova a todos os candidatos!

 

 

Joomlart