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Projeto Cidadania na Escola: bullying é o assunto mais focado pelos alunos

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Uma média 50 alunos, dos 3º, 4º e 5º anos, participaram da palestra na escola Almir ZandonadiO projeto Defensoria Pública na Escola: Cidadania e Conscientização continua sendo executado nas escolas municipais de Ji-Paraná, por meio do Núcleo da Cidadania da Defensoria Pública que funciona no Shopping Cidadão, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação. Estão sendo atendidas crianças do 1º ao 9º ano, assim como os alunos da 5ª à 8ª série do Ensino de Jovens e Adultos (EJA).

A defensora pública Lívia Cantadori Iglecias, que está à frente do projeto, disse que essa é a fase ideal para conscientizar as crianças sobre cidadania. A defensora afirmou que a escola é o lugar aonde as crianças vão com o objetivo de aprender, e isso inclui também seguir as regras que são impostas, a exemplo do que ocorre em casa.

Segundo ela, bullying e as consequências que tais atos podem acarretar são as principais dúvidas dos alunos das escolas que participaram do projeto até agora – escolas Celso Rocco e Almir Zandonadi. “A parte do bullying gera muita curiosidade e eles realmente questionam sobre isso”, observou Lívia Catadori Iglecias, que neste mês de setembro será substituída nessa ação pelo defensor público Leandro de Almeida Mainarde.

A Defensoria Pública, por meio da Coordenadoria de Comunicação, elaborou banner e faixa para a campanha, que inclui ainda folder (em processo de elaboração)

A Defensoria Pública, por meio da Coordenadoria de Comunicação, elaborou banner e faixa para a campanha, que inclui ainda folder (em processo de elaboração)

Além de abordar o bullying, as palestras ministradas pela defensora pública focam ainda os direitos e deveres das crianças e dos adolescentes, a depredação escolar (material didático, móveis, banheiros, muros…), o que é a Defensoria Pública e o que essa instituição pode fazer em benefícios dos menos favorecidos economicamente.

“A direção, os professores e os alunos têm abraçado o projeto – isso para nós é gratificante”, declarou Lívia Cantadori. Para a defensora pública, a criança que aprende desde cedo a respeitar o amigo, o professor e o ambiente escolar quando adulto não terá problemas em aceitar um não como resposta, além de conviver em harmonia na sociedade.

 


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