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Dirigentes da Apac querem parceria da DPE para instalação da entidade

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O grupo foi recebido pelo defensor público-geral do Estado, Marcus Edson de Lima

O grupo foi recebido pelo defensor público-geral do Estado, Marcus Edson de Lima

A cidade de Porto Velho poderá ser beneficiada com a primeira Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac)) da Região Norte que adotará integralmente o método adotado pela entidade, criada há 30 anos em São Paulo.

Para tanto, no próximo dia 06 de agosto acontecerá audiência pública na Assembleia Legislativa para apresentar a metodologia que a entidade utiliza na recuperação de apenados, e sensibilizar a sociedade para ser voluntários da Apac.

O evento contará com a participação do deputado estadual Durval Ângelo, vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia de Minas Gerais. Ele mostrará como foi elaborado o projeto para captação de recursos da Apac – Minas.
Estará presente ainda o presidente da nacional da Fraternidade Brasileira de Assistência ao Condenado (Fbac)

O método da Apac já vem sendo utilizado em seis estados – Espírito Santo, Maranhão, Pará, Ceará, Paraná, Minas Gerais e agora em Porto Velho. Só em Minas Gerais são 33 unidades.

Esta semana, os organizadores da Apac- Porto Velho –  Reginethe Medeiros Tavernard (presidente), Elias Rodrigues (vice-presidente) e  Sidney Rivero Tavernard ( 1º secretario) –  estiveram na Defensoria Pública para pedir apoio da instituição na instalação da entidade.

O defensor público-geral do Estado, Marcus Edson de Lima,  colocou- se à disposição e garantiu apoiar no que for possível. Ele lembrou que teve oportunidade de conhecer esse método durante encontro dos membros do Colégio Nacional dos Defensores Públicos-Gerais (Condege), ocorrido em Minas Gerais no primeiro semestre deste ano.

Os representantes da entidade explicaram que estão escolhendo um terreno de tamanho considerável para construir o prédio que abrigará a Apac- Porto Velho. O método de recuperação dos presos inclui a parte espiritual, educação, artesanato, trabalho em plantação de hortifrutigranjeiro, criação de suínos, caprinos e aves.

A produção, segundo os promotores, será repassada aos comerciantes por meio de parcerias. A renda, resultante da venda, será entregue à família do apenado.

Serão disponibilizadas 200 vagas. A segurança do local ficará a cargo dos próprios recuperando. São os presos também que cuidarão da limpeza. Os organizadores garantem que as regras são rígidas e quem não cumprir retornará ao presídio, perdendo os benefícios.


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