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DPGE recebe título honorífico da Polícia Militar de Rondônia

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O comandante geral da Polícia Militar de Rondônia, Coronel Enedy de Araújo, entrega o título ao DPGE, Marcus Edson de Lima. Foto: Cecom/PM-RO.

O comandante geral da Polícia Militar de Rondônia, Coronel Enedy de Araújo, entrega o título ao DPGE, Marcus Edson de Lima. Foto: Cecom/PM-RO.

Pela parceria estabelecida entre a Defensoria Pública de Rondônia (DPE-RO) e a Polícia Militar do estado (PM-RO) frente às ações realizadas pelas duas instituições, o Defensor Público-Geral (DPGE), Marcus Edson de Lima, recebeu nesta quinta-feira, 17, das mãos do comandante geral da PM-RO, Coronel Enedy Dias de Araujo, o título honorífico Amigo da Polícia Militar. A cerimônia ocorreu no gabinete do quartel do comando geral da PM-RO.

Durante a solenidade, o comandante geral elogiou a atuação da DPE-RO e teceu alguns comentários ressaltando a parceria entre Polícia Militar e Defensoria Pública nas mais diversas ações que já foram realizadas em conjunto. “É com grande honra que passo esse nobre título ao senhor Defensor Público-Geral, por essa parceria entre a PM e a DPE-RO, que vem cada vez mais resultando em ações bem sucedidas e em avanços para as instituições e para o cidadão rondoniense”.

O DPGE, por sua vez, aproveitou para agradecer aos policiais militares pela sua coragem, e pela forma com que enfrentam os problemas e as dificuldades do serviço em defesa do estado. “Eu acredito que todas as instituições do estado devem trabalhar em conjunto, assim como a DPE e a Polícia Militar, visando sempre à melhoria na prestação do serviço ao cidadão”.

Solenidade contou com a presença de autoridades da PM-RO. Foto: Cecom/PM-RO.

Solenidade contou com a presença de autoridades da PM-RO. Foto: Cecom/PM-RO.

Marcus Edson de Lima justificou sua fala citando, como exemplo, algumas ações positivas que representaram o sucesso da parceria entre Defensoria e Polícia Militar. “Só com essa parceria é que podemos alcançar os resultados positivos, como o que tivemos na atuação conjunta entre as instituições durante a cheia histórica do rio Madeira, ou, como tivemos em todas as mediações que fizemos diante às várias ocupações que aconteceram pelo estado”.


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